Agora que estás na minha vida não sejas indiferente...
Mas torna-te especial...
Porque choras?
Porque ris?
Já pensaste porquÊ?
Eu penso...
Porque com tão pouca coisa...
Tão pouco tempo...
Tão pouco espaço...
Já te conheço tão bem e não te conheço de todo...
Mas há tempo...
O que nós mais temos é tempo...
Até morrermos temos muito tempo...
O ponteiro dos segundos agora já não pára e o tempo passa a correr...
Torna-te especial...
E porque um dia hei-de casar contigo... e nesse dia serei a pessoa mais FELIZ do mundo...
Monday, February 23, 2009
Wednesday, February 18, 2009
Sunday, February 15, 2009
Requiem Manel Requiem!!!!
Só porque hoje não vou escrever no blog por escrever...
Hoje vou reiventar-me...
Porque se fores a ver "Mãe, eu já não sou quem era..."
E gostava tanto de ser quem já fui...
Mas também "Ninguém é quem queria ser"...
Então para que me queixo?
A vida é bela não é?
e a "idade é oca"?
Então porque "não paras de fazer sentido?"
Agora que tudo é poeira...
Porquê?
Não te amo...
e nunca te amei...
Se calhar esse foi sempre o problema...
Falta de amor...
Mas também já não acredito no amor...
Agora quero acreditar "que não deixei de ser mordaz..."
Mas vou continuar sempre a caminhada...
"Porque longe rapidamente fica perto, e perto rapidamente passa para longe..."
Agora depende de nós estarmos aqui ou ali...
Sermos mais aqui...
Ou sermos mais ali...
Caga...
Não sou capaz de escrever hoje...
E sinto realmente que estou a escrever por escrever...
E devia apagar tudo e deixar isto como estava...
Mas já que escrevi...
Olha pronto...
Fica...
Queres saber uma coisa miuda?
"A verdade, é que ganhamos sempre..."
Hoje vou reiventar-me...
Porque se fores a ver "Mãe, eu já não sou quem era..."
E gostava tanto de ser quem já fui...
Mas também "Ninguém é quem queria ser"...
Então para que me queixo?
A vida é bela não é?
e a "idade é oca"?
Então porque "não paras de fazer sentido?"
Agora que tudo é poeira...
Porquê?
Não te amo...
e nunca te amei...
Se calhar esse foi sempre o problema...
Falta de amor...
Mas também já não acredito no amor...
Agora quero acreditar "que não deixei de ser mordaz..."
Mas vou continuar sempre a caminhada...
"Porque longe rapidamente fica perto, e perto rapidamente passa para longe..."
Agora depende de nós estarmos aqui ou ali...
Sermos mais aqui...
Ou sermos mais ali...
Caga...
Não sou capaz de escrever hoje...
E sinto realmente que estou a escrever por escrever...
E devia apagar tudo e deixar isto como estava...
Mas já que escrevi...
Olha pronto...
Fica...
Queres saber uma coisa miuda?
"A verdade, é que ganhamos sempre..."
Friday, February 13, 2009
Requiem para o amor da minha vida
A mulher da minha vida deve estar aí a foder algum gajo, sem saber que estou aqui à espera dela sozinho no meu quarto...
Sunday, February 8, 2009
Sinfonia 25
Ao som da sinfonia 25...
Podia dirigir de olhos fechados...
A música saía dos meus dedos e todos me seguiam...
Seria Deus...
Sobe...
Mais baixo...
Contra-baixo...
Violoncelo...
Violino...
trompa...
Tudo ao meu alcance... todo o poder desta sinfonia na minha mão...
Podia dirigir de olhos fechados...
A música saía dos meus dedos e todos me seguiam...
Seria Deus...
Sobe...
Mais baixo...
Contra-baixo...
Violoncelo...
Violino...
trompa...
Tudo ao meu alcance... todo o poder desta sinfonia na minha mão...
Monday, February 2, 2009
Requiem pelo meu egoísmo...
A noite já vai longa e tudo começa a fazer sentido precisamente naquele momento em que tudo se perde...
A memória do que foi volta...
E a memória volta ao momento...
A minha vida é exactamente isso...
Memórias que voltam a momentos...
Se calhar é isso o eterno retorno...
Se calhar não...
Se calhar é simplesmente o facto de seres uma puta e de gostares de viver assim...
Se calhar sou só eu que sou um cabrão e gosto de viver assim...
Se calhar não...
O sangue já não é sangue...
A voz já não é voz...
E tudo realmente parece voltar de memória a momento...
A felicidade enerva-me e os risos rompem pela noite fora..
Mas eu já não te quero...
Hoje a memória não é momento...
Hoje eu não vou ser cabrão...
Vou continuar a esconder-me no álcool...
Vou continuar a confiar nos meus amigos...
Vou continuar a acreditar profundamente na estupidez das mulheres...
E vou continuar a achar todas elas umas putas...
Rejeitas??
Achas que me importo...
Podias comê-lo que não me importo...
Realmente estou me a cagar...
Mas rejeitas...
Não me vou achar tão importante que acho que o fizeste por eu estar aqui...
Não fizeste...
Mas no fundo...
Olha..
Que se foda...
A memória do que foi volta...
E a memória volta ao momento...
A minha vida é exactamente isso...
Memórias que voltam a momentos...
Se calhar é isso o eterno retorno...
Se calhar não...
Se calhar é simplesmente o facto de seres uma puta e de gostares de viver assim...
Se calhar sou só eu que sou um cabrão e gosto de viver assim...
Se calhar não...
O sangue já não é sangue...
A voz já não é voz...
E tudo realmente parece voltar de memória a momento...
A felicidade enerva-me e os risos rompem pela noite fora..
Mas eu já não te quero...
Hoje a memória não é momento...
Hoje eu não vou ser cabrão...
Vou continuar a esconder-me no álcool...
Vou continuar a confiar nos meus amigos...
Vou continuar a acreditar profundamente na estupidez das mulheres...
E vou continuar a achar todas elas umas putas...
Rejeitas??
Achas que me importo...
Podias comê-lo que não me importo...
Realmente estou me a cagar...
Mas rejeitas...
Não me vou achar tão importante que acho que o fizeste por eu estar aqui...
Não fizeste...
Mas no fundo...
Olha..
Que se foda...
Wednesday, January 21, 2009
Re qui em mim
Tento escrever algo que rime...
algo com uma cadência, um ritmo...
E em vez de rimas, sai tudo em verso branco...
A tentativa forçada de te conhecer...
De te entender... não passa de uma mera tentativa falhada...
De súbito tudo faz sentido e a rua continua agitada e ninguém liga ao que eu digo nessa estrada a que toda a gente chama vida...
Qual é o problema?
todos temos dias maus...
E outros bons...
Todos temos medo de papões, de ursos, de cobras, e está tão escuro aqui com a luz acesa...
Na mesa já só há garrafas vazias...
E a memória de uma ressaca...
Há dias e dias não é verdade?
Não passo de um cobarde refugiando-me nas máscaras da infância...
Mas gosto disso...
gosto de acreditar que sou um cabrão...
Gosto de acreditar que a minha vida é uma merda...
Gosto de acreditar que sou eu que vou acabar por dar um tiro nos cornos...
Gosto de acreditar nisto porque me faz sentir pena de mim...
E assim...
O vinho do porto acaba...
E o dinheiro também...
A felicidade chega ao fim...
e a infelcidade também...
Gosto de gostar de mim...
Qual é o problema?
Posso ser o meu Deus já que os outros todos me falharam...
Posso ser o meu destino já que os meus passos ´me abandonaram...
posso ser tudo o que eu quiser..
E vocês podem criticar tudo o que lerem...
Mas eu hei-de ser sempre assim...
Andar de mão em mão nessa estrada da vida sem fim...
Hei-de ser sempre um cabrão...
algo com uma cadência, um ritmo...
E em vez de rimas, sai tudo em verso branco...
A tentativa forçada de te conhecer...
De te entender... não passa de uma mera tentativa falhada...
De súbito tudo faz sentido e a rua continua agitada e ninguém liga ao que eu digo nessa estrada a que toda a gente chama vida...
Qual é o problema?
todos temos dias maus...
E outros bons...
Todos temos medo de papões, de ursos, de cobras, e está tão escuro aqui com a luz acesa...
Na mesa já só há garrafas vazias...
E a memória de uma ressaca...
Há dias e dias não é verdade?
Não passo de um cobarde refugiando-me nas máscaras da infância...
Mas gosto disso...
gosto de acreditar que sou um cabrão...
Gosto de acreditar que a minha vida é uma merda...
Gosto de acreditar que sou eu que vou acabar por dar um tiro nos cornos...
Gosto de acreditar nisto porque me faz sentir pena de mim...
E assim...
O vinho do porto acaba...
E o dinheiro também...
A felicidade chega ao fim...
e a infelcidade também...
Gosto de gostar de mim...
Qual é o problema?
Posso ser o meu Deus já que os outros todos me falharam...
Posso ser o meu destino já que os meus passos ´me abandonaram...
posso ser tudo o que eu quiser..
E vocês podem criticar tudo o que lerem...
Mas eu hei-de ser sempre assim...
Andar de mão em mão nessa estrada da vida sem fim...
Hei-de ser sempre um cabrão...


